Correndo para a toca.

Houve tempo em que fugir era uma opção. Cada desafio que surgia, eu encarava de frente, sem medo de ser feliz. Mas houve um tempo de aprendizado, em que fugir não era uma opção. Chegaram desafios, mas enfrentei de maneira diferente, estudando e propondo algo de volta. Não mais troco o certo pelo duvidoso, mas ao mesmo tempo, às vezes não sigo o certo. Não buscando o errado, só evitando o certo, no sentido de certeza. Em alguns momentos corro tanto, que me vejo como um tatu, se enrolando para se proteger do perigo, um avestruz que enfia a cabeça na terra quando com medo, ou simplesmente um suricata que se esconde em sua toca ao anúncio de qualquer ameaça.

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