“Mas que solidão, ninguém aqui ao lado.”

Solidão, logo tu, tão temida, por tantos.
Razão pra muitas coisas, visão de tantas outras.
Necessidade de variados seres, que se arrastam, não lutam.
Virou pensamento que agora acinzenta esse pseudopapel.

Hoje, junto de meu sofá companheiro de dias cercados, recheados e vívidos de preguiça pensei e considerei esse tema, principalmente por estar sozinho.
Foi engraçado me ver nessa situação buscando saber se me encaixava emocionalmente, e tranquilizador saber que não.
Mas graças à essa pesquisa interior de auto-conhecimento cheguei em conclusões antes não pensadas.

Tal qual o nível de embriaguez de alguém de bem, a solidão também pode gerar mensagens ou ligações impróprias, seja para algum(a) ex, seja para algum(a) atual. É interessante porque te faz repensar muita coisa, mágoa nova, antiga. Faz brotar uma impaciência ímpar. Gera um não-querer geral de qualquer coisa. Realmente te põe levemente (ou até mais que isso) pra baixo.

Perigo essa condição, que eu espero que, se algum leitor nela se encontra, não seja duradoura, ou que se afaste o mais rápido possível. Saiba que não é o fim do mundo, e não deixe que vire depressão.

O título é uma citação do filme do Shrek, um trecho cantado pelo Burro

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2 comentários sobre ““Mas que solidão, ninguém aqui ao lado.”

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