O tal ponto

Uma vez, tinha um rapaz. Sentado no ônibus, tranquilo, pensando na vida, ouvindo as músicas dele no celular. Mas a tranquilidade exterior era o oposto total da tormenta interior que os olhos vidrados na paisagem transmitiam. Não eram necessárias palavras para se entender o que acontecia ali. Assim como as máscaras da camisa dele, parecia que a que ele usava havia caído. Onde ele usou, com quem ele usou, não importava. Só o que se via era o quão perdido ele estava. O quanto nada mais importava.
Se era algo sério a esse ponto, o ônibus tremia muito, e não deixou que a análise fosse completa. E o ponto chegou. O ponto da lágrima, não o da minha descida

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