Carambolas.

Mais uma noite, menos uma manhã.

De novo a incompletude me aflige, e nada parece ser capaz de reverter esse quadro. Num desespero de algo que sinto e não sei o que é, mergulho fundo naqueles que pareciam ser experts, de tanto falar sobre angústias da alma.

Mas aí lembro que por não terem respostas, alguns se mataram. Outros viveram vidas miseráveis com seus temores passando em frente aos seus olhos. E eu? Continuo sem saber o que fazer. No final das contas, estou sentado, cercado por livros de poesias, poemas, crônicas e nada me vem à cabeça que não o verso:

Sou um oceano cercado por poetas mortos.

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