De bar em bar.

O sentido de completude que existe é inegável, como se fosse uma dor, um karma necessário, pra lembrar que o dia só se faz melhor quando o contato existe. A paralisia no olhar, a boca seca, a mão trêmula, a ousadia do ser franco e se expor através de textos que nos mostram mais do que qualquer outra coisa só reforça tudo isso. E aí entra a frase-chave. There’s always a but. Always. E como refraseado um outro dia, There’s always a maybe.

Isso que independe de texto, poesia, desenho, imagem, conversa e que é mais forte que nós é a única certeza que nos mantém sãos. Mas para não perder o costume, como o bem depende do mal, x de y, catetos de hipotenusas e poetas de musas, segue o baile com uma sina.

E no final, pra não perder a rima

Somos eu e você

Um do outro

Batman e Coringa

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