Em foco.

Algumas coisas acontecem durante a vida e não se tem explicação. Talvez por não se buscar uma, talvez por não se ter uma. O fato é que o mistério existe, e me arrisco a dizer que se faz necessário. Afinal de contas, que graça teria algo em que novas possibilidades não existissem? O quão ruim seria não poder se reinventar, se refazer, recomeçar.
Recompletar.
Há uma razão para pessoas se encontrarem, se conhecerem, conversarem, viverem. Nada é por acaso. Nunca foi, acho que nunca será. Arrisco minha sanidade e minhas belas palavras que sempre vão e vêm.

Tal qual me arrisquei por uma saída, um abraço, um beijo e, agora, pelo tempo que se fizer necessário. Não é mais um risco, mas sim um rabisco num papel arisco, em que as mais belas toadas se formam, se notam, se montam, para o desenrolar daquele tal verbo, sinônimo de prezar, estimar, apreciar.

A completitude de um abraço, que rechaça toda e qualquer necessidade do que há ao redor, coisa que tempos imemoriais não viam, se faz presente. E que não te quer mais ausente.

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