Quem

Teu humor cinzento, sorriso cinzento, olhar cinzento, ser cinzento, tal qual cimento, do fresco ainda, solidificou.

Endureceu, enraiveceu, acizentou, acidentou.

Mas tudo teu que cinza era, numa sala de espera, com adequada atmosfera, nem que não quisera, tal qual primavera, no começo ainda, floreou.

Floresceu, cresceu, modificou, maturou.

E nesse balanceio, sem nenhum galanteio, um sorriso se abriu, o acaso agiu. Trouxe ventos de outrora, raios de aurora, que, correndo mundo afora, transformaram tudo, agora. Em muito boa hora.

Falando nisso, por ora, o cinza, esse peito, não mais adora. As cores, das mais belas, exalam uma nova era, abrindo, assim, uma janela.

Fez da chuva, viúva, como no ditado. E do sol, alegria, aliado.

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