No abrir da porta

É difícil entrar, olhar e não te ver ali. Não imaginar sobre o que poderia ter sido. O que quer que teria acontecido… Uma saudosa lembrança me marca e faz acreditar que dias melhores virão. Que mágica existe sim.

Casualidade se faz presente em momentos distintos, só para lembrar que há graça em viver. Há o viver em graça. Que nada é sem propósito, ou solto, sem motivo aparente. É terrível saber disso, mas pior seria não saber ou não viver assim.

Os sons da cidade se emudecem, vão e vem, independendo da minha vontade, da minha ação. Chega a ser preocupante o nível de distração que me encontro agora. Coisa que há muito não se via. Assim como você.

E é impressionante como depois de tanto tempo, ainda se fazem presentes algumas marcas. Algumas lascas, mesmo que escassas.

Sei que não devo me ater a isso, porém…

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